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Usar máscara suja: que impacto pode ter na saúde?

A sujidade faz com que a máscara não nos proteja tão bem: a humidade, o pó e outras partículas saturam o filtro tornando-a menos eficaz com o decorrer do uso.

A sua manipulação incorreta pode converter a máscara num veículo de transmissão do vírus quando a colocamos em superfícies contaminadas ou quando é manipulada com as mãos sujas.

A primeira barreia corporal depois da máscara é a pele. A probabilidade de surgirem lesões na pele é maior na zona coberta pela máscara. Estas lesões podem ser de dois tipos:

a) acne friccional,  decorrente do uso prolongado e do atrito da máscara no rosto, principalmente se estiver mal usada (suja) e, dentro deste grupo, temos o agravamento das lesões que já existem (rosácea, dermatite atópica ou seborreica);

b) acne “cosmético” – muito comum e acontece quando a mascara é colocada por cima de um creme hidratante ou maquilhagem que vai ocluir a pele, ainda mais, e criar um ambiente húmido, impedindo que a pele respire normalmente.

Uma máscara suja, usada prolongadamente, vai ser menos eficaz (o filtro da máscara fica saturado) e vai acumular toxinas e bactérias que podem, havendo suscetibilidade, causar lesões e reações dermatológicas.

A falta de ar é uma queixa muito frequente e pode ser explicada pelo facto de, quando usamos uma máscara suja e/ou durante mais tempo que o recomendado, o filtro não funciona tão bem porque está saturado (humidade e sujidade) e a respiração não é tão fácil como logo no início de uma máscara limpa. Assim surge a sensação de falta de ar. A única forma de a combater é o correto uso da máscara.